Para a direita, o indivíduo tem que depender unicamente do seu próprio esforço, sem apoio do Estado. A lógica é o ‘te vira’. Já a esquerda valoriza a solidariedade e o bem comum. Para a esquerda, não existe crescimento econômico sem distribuição de renda, sem o combate às desigualdades e sem justiça social. Crescimento econômico sem isso é apenas o privilégio de uma minoria à custa da exclusão da maioria.
A direita defende um Estado fraco e ausente para aquelas pessoas que mais precisam. Quando governos adotam políticas de direita, aumentam problemas como inflação, fome, desemprego e injustiça. A esquerda, pelo contrário, defende um Estado forte e presente na vida das pessoas. Defende um Estado que promova desenvolvimento econômico que faça sentido: aquele que chega à mesa das pessoas que têm fome, ao jovem que precisa de emprego, ao trabalhador que quer ter um salário melhor e ao pequeno empreendedor.